Mercado varejista: saiba quais as demandas e tendências do setor

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O setor de varejo é um dos mais dinâmicos ao redor do mundo, pois é o mais afetado pelas mudanças econômicas, novas demandas e tendências do público geral. E para quem atua no mercado varejista, estar à frente de tais mudanças é o primeiro passo para conseguir elevar o desempenho de sua empresa.

Algumas dessas alterações do mercado podem chegar sem muito aviso, é verdade, mas há vários sinais que você pode usar para prever as mais importantes. Tópicos que estejam em alta nas mídias, demandas recorrentes ao seu negócio, entre outros dados, podem mostrar como você deve se preparar corretamente para os próximos meses de negócios.

Para ajudar você a entender melhor o tema, separamos aqui algumas tendências e demandas do mercado varejista e como pode se preparar adequadamente. Acompanhe.

Vendedor como consultor

Em todo a área de varejo, os profissionais de vendas são cada vez mais exigidos, tanto pelo setor quanto pelos próprios clientes. Não basta que o vendedor tenha a mesma relevância de um balconista. Os consumidores, atualmente, querem um especialista no produto que vende, alguém que conheça suas principais qualidades e possa informá-los sobre os reais benefícios envolvidos.

Nesse ponto, um dos fatores relevantes é a capacitação da equipe de vendas para atuar dessa forma. Quanto mais eles conhecerem sobre a empresa e sobre os produtos que ela vende, mais preparados estarão para argumentar com os clientes. Em muitos casos, esse é o fator que mais influencia o desempenho de vendas em qualquer negócio.

Negócios sustentáveis

“Sustentabilidade” é a palavra de ordem em diversos segmentos hoje em dia, incluindo o mercado varejista. Tanto no sentido do ambientalismo quanto da longevidade do seu modelo de negócio. Investir em produtos e parcerias que promovam preservação ambiental, por exemplo, é um fator de destaque positivo diante do público geral. Já um modelo de negócios estável é sempre bem-vindo para investidores externos.

Para alcançar essa sustentabilidade, o varejo precisa encontrar novas fontes de valor para seu negócio que não sejam tão limitadas. Além, é claro, de minimizar o desperdício de recursos de qualquer tipo, já que isso apenas aumenta os custos sem gerar retorno real. Com o tempo, tais práticas vão melhorar o desempenho do seu negócio e elevar sua capacidade de manter-se no mercado.

O desafio da fidelização

Graças à evolução dos meios de comunicação, cada consumidor tem acesso a mais informação sobre qualquer produto, serviço ou empresa que deseje. Em parte, isso facilita o processo de venda, pois o cliente já chega ao negócio bem informado. Porém, também pode dificultar o trabalho de fidelização e exclusividade, já que o público está sempre comparando novas opções.

Sendo assim, você terá que investir ainda mais para conseguir a exclusividade de qualquer cliente em seu varejo. Especialmente em áreas nas quais a concorrência já é bem alta. Recompensas por fidelidade, além de manter a qualidade dos produtos par a par ou acima dos concorrentes, são pontos fundamentais para alcançar esse objetivo.

Menor fricção

Por muito tempo, o mercado varejista contou com uma longa hierarquia de intermediários entre produto e cliente, desde os vendedores e consultores até os meios de contato com o negócio em si. Isso é o que causa a chamada “fricção”, ou seja, a maior desaceleração da venda com o tempo.

Porém, como você já deve saber, essa distância apenas aumenta o tempo de venda e reduz as chances de fechar negócio com o cliente. Por isso, há cada vez mais ênfase em diminuir essa fricção, colocando o cliente final o mais diretamente possível em contato com a empresa.

Em alguns casos, o contato com o vendedor é cortado, deixando apenas os canais digitais de autoatendimento e chamando os profissionais somente na hora de prestar consultoria.

Maior ênfase no mundo digital

Falando em autoatendimento e canais digitais, essas também são fortes tendências para qualquer negócio no setor de varejo. O autoatendimento por meio da internet, além da maior presença das mídias digitais no dia a dia dos clientes e potencial clientela, torna esses canais muito mais efetivos, tanto na captação do seu público-alvo quanto em sua nutrição.

As redes sociais, obviamente, têm destaque nessas interações, pois são as páginas de maior movimentação em todo o mundo. Mas, para otimizar esse alcance, você deve ter uma página ou site próprios, a fim de redirecionar esse público. Se você souber como investir corretamente em tais canais, a taxa de retorno do seu trabalho será bem mais alta.

Varejo híbrido

Manter um contato constante com seu público — antes, durante e após o processo de venda — é uma parte importante da fidelização de sua clientela. Porém, quando o contato é feito no ponto de vendas, pode ser difícil manter esse relacionamento. Diante disso, surgiu a ideia do varejo híbrido, em que o mundo digital e o real são aproximados.

Além de ter maior ênfase nos meios de comunicação digitais, o mercado varejista está aproximando cada vez mais os pontos de venda virtuais e os reais. Dessa forma, não é tão difícil dar continuidade a um atendimento nem executar as atividades de pós-venda necessárias para fidelizar seu público.

Agora que você conhece algumas das tendências e demandas do mercado varejista, pode se preparar para atendê-las com maior qualidade, boas vendas!!

 

NFC-e em contingência – o que é e quais cuidados tomar.

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Como vocês já sabem a NFC-e passou a ser amplamente usada no mercado varejista no ES, sendo a única opção para emissão de notas fiscais ao consumidor a partir de 2019, porém como a emissão da NFC-e é totalmente eletrônica e online com a SEFAZ surge a seguinte pergunta. E se eu ficar sem internet o que fazer? Para resolver essa questão entra em cena a emissão em contingência, mas é para o perigo da emissão em contingencia que queremos chamar atenção neste artigo.

 

O que é NFC-e em contingência?

Em um cenário onde a empresa esteja impossibilitada de emitir as notas fiscais de modo normal, a SEFAZ disponibiliza a opção de emissão em modo Contingência até que a situação volte ao normal. Nessa modalidade, é possível emitir a NFC-e e imprimir os DANFEs NFC-e sem autorização prévia da mesma junto à Secretaria de Estado da Fazenda, e após regularizado os problemas técnicos, transmitir as vendas para a SEFAZ, ou seja, mesmo que você não esteja conectado à internet conseguirá emitir suas notas fiscais ao consumidor normalmente.

 

Quais os riscos para sua loja com a emissão de NFC-e em contingência

Entre os principais riscos com a emissão de NFC-e em contingência podemos destacar como mais importantes e imediatos o prazo para o envio destas notas ao SEFAZ e a possível perda de sequência de numeração dos documentos fiscais.

Explicando: Quando uma NFC-e é emitida em contingência o lojista terá até o primeiro dia útil subsequente contando da data de emissão para fazer a transmissão desta nota ao fisco, caso o lojista perca essa data será penalizado com pagamento de multas que dependendo do número de NFC-es transmitida fora do prazo pode acabar sendo um valor considerável.

Já a perda de sequência de numeração ocorre quando o software emite uma NFC-e em contingência, essa nota tem um número, caso ela não seja enviada e autorizada pela Sefaz, certamente no envio das obrigações acessórias, como o SPED, haverá um salto de numeração de NFC-e. Se isso ocorrer, decerto sua empresa será autuada sendo cobrada explicações que, se não esclarecidas devidamente, podem implicar em multas que pelo volume de NFC-e são bem altas.

Daí a importância de se realizar uma gestão eficiente das NFC-e e contar com um software que tenha ferramentas para ajudá-lo. Processos e pessoal treinado é fundamental para evitar problemas com a receita.

 

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Resultado da pesquisa de satisfação

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Ficamos melhores a cada dia no que fazemos graças à qualidade que você exige e ao prazer que temos em colaborar com sua empresa.
É com muito prazer que anunciamos o resultado de nossa pesquisa de satisfação realizada neste ano, atingimos 4,84 pontos de 5 possíveis, isso foi para nós da Ideal Sistemas motivo de muita alegria, pois indica que estamos no caminho certo. Fica a nossos clientes um muito obrigado pela colaboração em nossa pesquisa e a certeza de que estaremos trabalhando duro todos os dias para lhes atender da melhor forma possível.

Como saber se sua empresa está dando lucro???

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Um empreendedor interessado no sucesso de sua empresa está sempre em busca de inovações para que o êxito de seu empreendimento seja realidade constante. Nesse processo também devem ser incluídas informações de gerenciamento que auxiliem no controle do crescimento das atividades.

Para tanto, existem demonstrações que facilitam o trabalho do gestor e se tornam indispensáveis na tomada de decisão na empresa. Uma dessas demonstrações é a DRE — Demonstração do Resultado do Exercício.

A DRE é uma ferramenta indispensável na gestão do empreendimento, visto que produz informação para todos os níveis de instituições e ajuda o gestor no que se refere ao planejamento de projetos para fins lucrativos.

Quer saber mais sobre o que significa a demonstração de resultado do exercício e qual é o passo a passo para sua elaboração? Acompanhe conosco!

 

O que é a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)?

A DRE é uma demonstração contábil. As demonstrações contábeis servem para visualizar o estado financeiro da organização. Sua finalidade é viabilizar informações relativas ao seu patrimônio, condição financeira, desempenho do caixa e ainda ajudar na gestão da empresa.

Desse modo, a Demonstração do Resultado do Exercício apresenta o resultado econômico em um período estipulado, sendo um confronto de receitas, despesas e resultados apurados, ou seja, lucro bruto obtido pela instituição durante o período menos as despesas.

Enfim, a DRE mostra o resumo financeiro dos resultados operacionais e não operacionais da instituição. A legislação determina que a elaboração da DRE seja feita uma vez ao ano. No entanto, ela pode ser apresentada mensalmente para fins administrativos e trimestralmente para fins fiscais.

Por facilitar a avaliação geral do desempenho da organização e permitir que os gestores dos diferentes setores tenham informações aprofundadas sobre os resultados da empresa, é um instrumento muito útil para o cotidiano organizacional. Permite, assim, que os gestores atuem de maneira integrada e coordenada, beneficiando a empresa.

Para esclarecimentos detalhados, é possível consultar a Lei n.º 6.404, 15 de dezembro.

 

Qual é a importância da DRE para a empresa?

Como dito, a DRE é um relatório contábil extremamente importante para qualquer empresa. Em conjunto com o Balanço Patrimonial e a Demonstração de Fluxo de Caixa, a DRE é o terceiro mais importante para a gestão, visto que eles proporcionam avaliação completa da saúde financeira e possibilitam a elaboração de planos e projetos.

Assim, esse relatório é fundamental para a instituição por ser detalhado e intuitivo, permitindo que o administrador tenha bons elementos para tomar decisões que envolvem planejamento tributário e estratégico. É importante ainda por refletir a capacidade de gerar riquezas, possibilitando ao gestor saber qual mudança deve ser feita e o que deve ser mantido.

No entanto, é necessário saber como preparar uma DRE com eficiência. A seguir, acompanhe alguns passos para a elaboração da DRE.

 

Quais são os passos para elaborar uma DRE?

Agora que você já sabe o que significa DRE e sua importância para seu empreendimento, veja como elaborar o relatório. Em seguida, vamos listar passo a passo como fazer a Demonstração do Resultado do Exercício. Confira!

  1. Montar sua estrutura

Em primeiro lugar, é preciso montar a estrutura da DRE. Tome como base os dados financeiros da organização, abrangendo as receitas, despesas ou custos. Todas as informações contábeis e gerenciais precisam ser incluídas, sempre tendo como prioridade o Regime da Competência, isto é, observando a data correta. Resumidamente, a estrutura deve ser:

Receita de Vendas (faturamento da instituição no período em questão)im

(-) Deduções e abatimentos
(=) Receita Líquida
(-) Custos de Mercadorias Vendidas (CMV)
(=) Lucro Bruto
(-) Despesas com Vendas
(-) Despesas Administrativas
(-) Despesas financeiras
(=) Resultado antes IRPJ CSLL
(-) Provisões IRPJ e CSLL
(=) Resultado Líquido

  1. Calcular a Receita Líquida

Calcular: Receita líquida = Receita Bruta – Deduções da Receita Bruta.

De modo que a Receita Bruta é estruturada por Venda de produtos + Venda de mercadorias + Prestações de serviço. Já as Deduções da Receita Bruta são estabelecidas pelas Devoluções de Vendas + Abatimentos + Impostos e Contribuições Incidentes sobre Vendas.

  1. Descobrir o Resultado Bruto

Para descobrir o resultado bruto, basta deduzir da Receita líquida o custo das mercadorias e dos serviços vendidos.

Resultado Bruto = Receita Líquida – Custo das Vendas

  1. Obter o Resultado Antes do IR e CSLL

Para obter o Resultado antes do IR (Imposto de Renda) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), é necessário subtrair do Lucro Bruto todas as despesas operacionais, financeiras, gerais e administrativas.

Desse modo: Resultado antes do IRPJ (Imposto de Renda – Pessoa Jurídica) e CSLL= Resultado Bruto – Gastos Operacionais – Gastos financeiros líquidos – outras receitas e despesas.

  1. Conhecer o Lucro Líquido

Para conhecer o lucro (ou prejuízo) líquido antes das participações, é preciso subtrair do Resultado antes do IR e CSLL a provisão para IR e CSLL.

Assim: Lucro Líquido = Resultado Antes do IR e CSLL – Provisão para IR e CSLL.

  1. Conseguir o Resultado do Exercício

Desse resultado, basta acrescentar ou deduzir os resultados não operacionais, ou seja, participações de debenturistas, empregados, gestores, partes beneficiárias, entre outros.

Logo: Resultado Líquido do Exercício = Lucro Líquido antes das participações – Resultados não operacionais.

O objetivo final de toda demonstração do resultado do exercício é chegar ao LLE (Lucro Líquido do Exercício).

 

Quais são as técnicas de análise da DRE?

Para utilizar a DRE na gestão da instituição, existem algumas técnicas de análise. Essa demonstração propicia analisar na horizontal e na vertical. Com a análise na horizontal é possível compreender o desenvolvimento tanto dos gastos quanto dos ganhos, dessa forma podem ser avaliadas momentaneamente receitas e despesas.

No caso da análise vertical são realizadas acareações de contas conforme o grupo. Logo, é possível entender o impacto de uma despesa no total, compreender tendências e fazer projeções que vão auxiliar a instituição.

Enfim, conclui-se que a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) contribui significativamente para a eficiência na gestão empresarial com informações que auxiliam na tomada de decisões. Também é fundamental para analisar a saúde financeira da empresa, visto que, sem as informações fornecidas por esse relatório, não é possível avaliar a realidade do empreendimento.

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Emissão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica terá mudança em maio

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A partir do mês de maio, ao emitir uma Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e), o Código de Segurança do Contribuinte (CSC) será validado pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). A medida trará mais confiabilidade, beneficiando o contribuinte e o consumidor com a conferência imediata da validade e autenticidade do documento fiscal.

De acordo o gerente fiscal, Bruno Aguilar, trata-se de mais uma medida de conformidade para a regularidade da emissão da NFC-e, assegurando a validação instantânea do documento ao código CSC do contribuinte emissor. “Com esta implementação, será reduzida a possibilidade de falhas na emissão da NFC-e, bem como será assegurada maior assertividade nas consultas pelo Portal da Sefaz ou pelo aplicativo Menor Preço”, disse.

É importante atentar para a informação correta do CSC definido para o contribuinte, assim como sua diferenciação, ao utilizar os ambientes de homologação e produção nas emissões da NFC-e. “Embora seja uma informação obrigatória, o CSC não era validado automaticamente no momento da autorização da NFC-e. Com a alteração pelo projeto nacional, a partir de maio somente serão permitidas as NFC-es com o CSC exato para a empresa”, ressaltou o gerente.

Aguilar acrescentou que é fundamental que os contribuintes estejam atentos quanto ao preenchimento correto da informação para não terem suas NFC-es rejeitadas.

Sobre o Código

O Código de Segurança do Contribuinte (CSC) é alfanumérico de 32 dígitos, de conhecimento exclusivo do contribuinte e da Sefaz. Logo após credenciar o emissor da nota, o CSC é enviado ao e-mail do contabilista, estando também disponível para consulta no site da Secretaria, na página de credenciamento do documento.

Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica

Desde 1º de janeiro, todos os varejistas capixabas deverão emitir a NFC-e. Após essa data, os documentos emitidos por emissor de cupom fiscal (ECFs) não são mais válidos e os contribuintes que os emitem estão sujeitos às penalidades da lei. Esses cupons são considerados inidôneos e tem a permissão de envio e recebimento de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) suspensa.

A NFC-e é a versão totalmente eletrônica da nota que é emitida em papel no varejo. O objetivo foi tornar o cumprimento das obrigações acessórias mais simples para os contribuintes. Dessa forma, o monitoramento das operações possibilitou o Fisco acompanhar, em tempo real, o registro do ICMS devido ao Estado, além de contribuir com o combate à sonegação e à concorrência desleal.

Fonte = www.sefaz.es.gov.br

https://internet.sefaz.es.gov.br/informacao/noticias.php?id=2212

Você sabe a diferença entre NF-e e NFC-e?

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Basicamente NF-e e NFC-e possuem a mesma funcionalidade, que é documentar o processo de venda de uma mercadoria e apurar os impostos. Porém, é importante para o varejista saber as diferenças entre estes 2 importantes documentos, para saber qual escolher no momento de implantar uma solução fiscal em sua empresa e em quais situação emitir cada um dos documentos.

Aqui vamos mostrar para você as principais diferenças entre NF-e e NFC-e e apresentar os pontos que precisam de maior atenção na hora da emissão dos documentos no PDV.

Quais são as diferenças entre a NF-e e NFC-e?

A NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica) deve ser utilizada unicamente para acobertar vendas ao consumidor final, este modelo substituiu o Cupom Fiscal emitido por ECF e entrou recentemente em operação em vários estados, sendo que no estado do ES se tornou obrigatório para todas as empresas a partir de 01 de janeiro de 2019.

A NF-e (Nota Fiscal eletrônica) é utilizada para atender todas as outras operações que envolvem a circulação de mercadoria. Normalmente é emitida em transações entre pessoas jurídicas (não necessariamente). E veio em substituição as antigas notas fiscais modelo 1 e 1A.

A NF-e, diferentemente da NFC-e, é utilizada também para outras operações além de compra e venda, incluindo devolução, transferência, complementos, aproveitamento de crédito, etc.

Outra diferença entre elas é no conteúdo impresso no documento auxiliar. O DANFE NFC-e (Documento Auxiliar da NFC-e) é bem mais simplificado que o DANFE (Documento Auxiliar da NF-e), sendo que o consumidor que aceitar receber somente o DANFE NFC-e resumido (sem a relação dos itens comprados, apenas os totais) poderá, posteriormente, solicitar ao estabelecimento emissor a impressão, sem custo, do correspondente DANFE NFC-e completo.

Resumindo: Você deve implantar apenas a NFC-e em sua empresa se realizar unicamente operações de venda ao consumidor ficando ciente que não poderá emitir notas de devolução, remessas, entre outras. Por isso recomendamos que sempre implante junto com a NFC-e também a NF-e. Já a NF-e deverá ser utilizada nas operações realizadas para pessoas jurídicas (salvando alguns casos como a revenda de veículos usados por exemplo) neste caso se sua empresa vende unicamente para pessoa jurídica poderá implantar apenas a NF-e.

 

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O que é bloco K e qual impacto ele poderá ter na gestão fiscal de sua empresa.

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Sua empresa faz parte do setor industrial ou atua como uma atacadista, mas não está enquadrada pelo regime do Simples Nacional? Então, é importante ficar atento, pois você pode estar obrigado a entrega do bloco K a partir de janeiro de 2019.

 

Mas o que é o Bloco K?

Bloco K é um bloco de informações que representa o livro fiscal do registro e controle da produção e do estoque. O RCPE como é conhecido já existe há muito tempo na legislação tributária, porém, tornava-se impossível a apuração e escrituração deste livro nos modelos antigos de escrituração fiscal, onde ainda se utilizava o bloco de notas carbonado em papel.Sem título-2

Além disso, sem auxílio da informática e seus avanços, ou sem o auxílio de um Software de gestão, é difícil imaginar que alguma empresa consiga apurar os dados de compras, faturamento e estoque por meio de formulários, e dos apontamentos de produção em papel para posterior entrega ao Fisco.

Dessa maneira, com o Governo em todas as suas esferas utilizando-se das mais modernas ferramentas de tecnologia da informação, passa a regulamentar nos dias de hoje o RCPE como Bloco K, que deverá ser entregue de maneira eletrônica.

 

Quais empresas são obrigadas a apresentar o Bloco K ?

Conforme Inciso III do Ajuste SINIEF 25/16, estão obrigados a entregar o Bloco K :

1º Grupo
  • Janeiro/2017 – Compreendendo as empresas fabricantes de bebidas e cigarros, referente aos fatos ocorridos entre dezembro/2016 e janeiro/2017 com o envio dos Registros K200 e K280;
  • Fevereiro/2017
    • Empresas com faturamento acima de R$300.000.000,00, classificadas nos CNAEs 10 a 32 com o envio dos Registros K200 e K280;
    • Estabelecimentos industriais optantes pelo Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof), com entrega do Bloco K completo;
2º Grupo
  • Janeiro/2018 – empresas com faturamento acima de R$78.000.000,00, classificadas nos CNAEs 10 a 32;
3º Grupo
  • Janeiro/2019 
    • compreende as empresas com faturamento menor que R$78.000.000,00;
    • Os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32;
    • Os estabelecimentos atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 da CNAE.

Os contribuintes optantes pelo Simples Nacional estão dispensados de apresentarem este bloco, em virtude da Resolução Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94, de 29 de novembro de 2011.

 

Quais são as informações contidas no Bloco K ?

Devem ser apresentadas as informações detalhadas, mensalmente, da produção e respectivo consumo de insumos para tal produção ou no caso de importadores, atacadistas/distribuidores os detalhes de entrada/movimentação e saída de mercadorias.
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Entre as principais exigências em relação aos registros está à entrega dos:

  • Registro K200: Escrituração do estoque;
  • Registro K210: Detalhamento do produto fabricado;
  • Registro K220: Movimentação interna entre mercadorias;
  • Registro K230: Entrada em estoque do produto fabricado;
  • Registro K235: Saída do estoque dos insumos consumidos;
  • Registro K250: Produtos Fabricados;
  • Registro K255: Insumos consumidos na industrialização efetuada por terceiros;
  • Registro K280: Correção de apontamento – estoque escriturado.

 

Quais os impactos do Bloco K?

O Bloco K causa impacto direto em todo estabelecimento industrial ou à ele equiparado, pois padroniza a entrega das informações fiscais independente do porte da empresa.

Resumindo, todas as áreas da empresa são diretamente envolvidas, pois desde a compra até o faturamento do produto acabado devem ser recolhidas, eletronicamente, informações prestadas para o SPED e para o Bloco K.

Além disso, as empresas, principalmente às indústrias deverão ter processos padronizados, tanto operacionais quanto eletrônicos para apuração de suas ordens de produção/expedição. Ou seja, deverá haver grande mudança de cultura nas empresas além da conscientização de todos os colaboradores no processo.

 

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URGENTE: Sefaz impede consulta de XML sem certificado digital

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Os Ajustes Sinief 16/18 e Ajuste Sinief 17/18 alertam que a consulta de XML da NFe exigirá o uso do certificado digital a partir do dia 1 de janeiro de 2019.

Dessa forma, os serviços que ofereciam a consulta de XML da NFe ou CTe por meio da chave de acesso, incluindo o endereço de consulta pelo site da Sefaz, não conseguirão mais trabalhar da mesma maneira. Será obrigatório o uso do certificado digital A1 ou A3.

Os serviços que utilizavam a chave de acesso e a quebra do captcha (letrinhas) para conseguir baixar o XML sem certificado digital deixarão de oferecer o download desses arquivos a partir de 1º de janeiro de 2019.

Por esse motivo e por questões de segurança, o CONFAZ impossibilitará a consulta da NFe completa (sem certificado digital) até mesmo por meio do site oficial da Sefaz.

Empresas e escritórios contábeis que dependiam desses serviços de consulta como Fsist, DANFe online, WebDanfe e outros, podem se prejudicar para manter a organização fiscal em 2019.

 

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A importância de conciliar suas vendas em cartão

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Você sabe a importância de fazer a conciliação das vendas em cartão da sua loja? Sabia que realizando este processo é possível reduzir perdas e melhorar resultados?
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Isso mesmo, se você não está conciliando as vendas em cartão do seu estabelecimento, pode estar sendo vítima de fraudes e tendo prejuízos com esta modalidade de pagamento. É cada vez maior o número de pessoas que escolhe cartão como sua modalidade de pagamento, isso graças a comodidade e segurança que este traz ao consumidor. Não controlar e ter certeza dos valores que os adquirentes estão depositando em sua conta representa um rico alto.

Abaixo listamos os 3 principais motivos para você que ainda não faz conciliação de cartão, pense seriamente em implantar este novo processo em sua empresa.

 

1. Conferir se o que foi combinado com a administradora está sendo cumprido.

Como ter certeza que o que foi combinado com a administradora no momento da contratação está sendo cumprido? A única maneira é fazendo a conferência diária e de preferência de forma automática, assim você poderá detectar falhas e divergências nas operações.

Algumas conferências que um conciliador de cartões executa:

  • Valor do aluguel da máquina;
  • Taxas cobradas sobre as vendas;
  • Conferência do período do depósito;

Além destes, o motivo principal pelo qual recomendamos que o lojista utilize a conciliação em seu estabelecimento, é garantir que irá receber todas as vendas efetuadas em seu pdv. Um bom sistema de conciliação atua integrado ao software de gestão, garantindo que todas as vendas em cartões passadas no pdv sejam depositadas corretamente.

 

2. Evitar fraudes

Assim como o lojista se preocupa em controlar o dinheiro que passa pelo pdv para evitar que fraudes ocorram, é importante fazer o mesmo processo com a forma de pagamento cartão, para ter certeza que todas as vendas que foram apontadas como cartão, foram devidamente registradas pela adquirente e serão posteriormente recebidas.

 

3. Melhorar os processos de venda

Hoje em grande parte do varejo, o meio de pagamento cartão representa boa parte das vendas, então ignora-lo não é uma boa ideia. Conciliar as vendas em cartão é a única maneira de saber se as margens estão de acordo com os custos para vender nesta modalidade de pagamento.

Vamos pegar como exemplo o processo de precificação, hoje com margens cada vez mais apertadas é muito importante identificar todos os custos incidentes sobre uma venda, ter uma conciliação de cartão e saber exatamente o custo desta forma de pagamento sobre cada venda é fundamental para saber se a margem cobre os custos com esta forma de pagamento, ou se uma determinada promoção poderá abranger também a forma de pagamento cartão.

Se a forma de pagamento cartão representar um montante importante para sua loja, haverá possibilidade de considerável prejuízo por não concilia-las, existe hoje no mercado sistemas que fazem esta conciliação toda de forma automatizada, reduzindo em praticamente 100% seu risco e consumindo pouquíssimo tempo dos responsáveis pelo processo.

 

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Atenção – Desativação do layout 3.10 da NFC-e

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Prezados clientes e parceiros, 

Como informamos anteriormente o layout 3.10 da NFC-e sera desativado e substituído pelo layout 4.0, que trara uma serie de melhorias de segurança e novas validações para para os documentos eletrônicos fiscais.

A partir de qual data o layout 3.10 sera desativado?

A partir do dia 01  de Outubro de 2018 apenas documentos fiscais que obedeçam ou layout 4.0 serão aceitos pela Sefaz.

E se o meu sistema emissor de NFC-e não estiver adequado?

Verifique com o seu fornecedor de sistema se o mesmo já esta adequado ao layout 4.0 da NFC-e e com o novo QR-Cod (V.2), caso não esteja, sua empresa terá a emissão dos documentos rejeitadas pela SEFAZ ficando assim impossibilitada de efetuar vendas.

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O novo leiaute foi implementado para atender as novas especificações da SEFAZ (NT 2016/002 v1.51).Para isso, é necessário que alem do software emissor de documentos fiscais, todo o Sistema Operacional seja compatível com o protocolo de comunicação segura dos Web Service TLS 1.2 ou superior.

Não sendo mais possível o uso do protocolo de comunicação segura SSL v3.0.

 

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Entenda o que muda com a redução do prazo de cancelamento da NFC-e

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O que é a NFC-e

A nota fiscal eletrônica modelo 65 é o mais novo membro da família de documentos eletrônicos fiscais. Foi criado com o objetivo de substituir o antigo cupom fiscal emitido por ECF, que ainda existe em alguns estados da federação, inclusive no ES que deverá ser substituído de forma total pela NFC-e até dia 31 de dezembro de 2018.

Assim como a NF-e a NFC-e é enviada instantaneamente para a SEFAZ do estado onde a operação está ocorrendo, esta valida as informações da venda e autoriza ou não a emissão do documento.

O que mudou

Recentemente o ajuste SINIEF 07/18 alterou a cláusula décima quinta do ajuste SINIEF 19/16 (Norma que instituiu originalmente a NFC-e) reduzindo o prazo de cancelamento da NFC-e de 24 horas para até 30 minutos, desde que não tenha ocorrido a circulação da mercadoria.

Qual o impactohora

O ajuste SINIEF 09/2016 permitia o cancelamento de uma NFC-e em até 24 horas após sua emissão, com a alteração definida pelo Ajuste SINIEF 07/2018 este prazo foi reduzido para apenas 30 minutos.

E para qual estado esta norma vale?

A norma SINIEF tem alcance nacional, portanto esta alteração deverá ser vista em todos os estados da federação que tenham adotado a NFC-e, porém, cabe a cada estado fazer a sua regulamentação.

Quando o novo prazo começa a valer?

A partir de 01 de outubro de 2018.

Porque posso precisar cancelar um NFC-e

Vamos pegar o seguinte exemplo, um cliente vai à loja e compra um caderno de 10 matérias, após passar pelo PDV e ter a NFC-e emitida lembra que na verdade precisava de um caderno de 12 matérias, se ainda não passou o prazo de 30 minutos basta o caixa cancelar a venda e fazer uma nova venda com a mesma forma de pagamento.

Mas e se o prazo já tiver terminado?

Neste caso teríamos que fazer uma NF-e (nota fiscal eletrônica), modelo 55 de entrada em nome do cliente que havia adquirido o caderno, com natureza de operações de devolução e após isso, emitirmos uma nova NFC-e de venda com o caderno de 12 matérias.

Como saber se o meu sistema de gestão fiscal atende a nova norma?

Entre em contato com o fornecedor da sua solução e verifique se o seu sistema já está ajustado para o novo prazo evitando assim possível problema com o FISCO.

 

Fico com alguma dúvida sobre a NFC-e  – Entre em contato conosco que podemos te ajudar.

 

Você sabe como funciona o GTIN ?

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Se você trabalha com comércio de produtos provavelmente está familiarizado com o famoso código de barras, presente no dia a dia dos comerciantes brasileiros há mais de 33 anos. Esse código, também conhecido como EAN (European Article Number) e GTIN (Global Trade Item Number), é o código numérico que, acompanhado das barras, forma o código de barras.

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O GTIN é o código que encontramos logo abaixo das barras. Ele é um identificador para itens comerciais desenvolvido e controlado pela GS1, antiga EAN/UCC, uma organização sem fins lucrativos que desenvolve e mantém padrões para a comunicação empresarial.
A partir de 2018, após nova exigência tributária, tornou-se impossível emitir notas fiscais eletrônicas sem a informação de um EAN/GTIN válido, (para produtos que possuem EAN/GTIN registrados). Ele é obrigatório para quaisquer tipos de operações, sendo de entrada ou de saída do produto.

O GTIN pode identificar o item em qualquer momento em que ele aparecer na cadeia de suprimentos. Ele é uma chave global que identifica um determinado item comercial que precisa ser precificado, requisitado ou faturado. Além disso, sua obrigatoriedade tem como objetivo melhorar a gestão e o controle de produtos, além de diminuir a possibilidade de desvio, falsificação
ou fraude.

 

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Ao fazer o preenchimento das notas fiscais, devemos nos atentar ao campo tributável e não tributável:

  • Campo cEAN (GTIN): a descrição traz o GTIN e a observação apresenta um dos seguintes códigos: GTIN 8, GTIN-12, GTIN-13 ou GTIN-14.
  • Campo cEANTrib (GTIN): a descrição traz o GTIN da unidade tributável, sendo ele o GTIN 8, GTIN-12, GTIN-13 ou o GTIN-14.

Vale indicar a diferença entre os campos cEAN e cEANTrib. O cEAN terá o mesmo número EAN se o produto faturado não for o tributável. Nesse caso, o cEANTrib é o código de barras GTIN do produto a ser tributado, que foi utilizado para calcular o ICMS da substituição tributária. Quando o produto faturado for o tributável, os campos cEAN e cEANTrib terão a mesma numeração.

Para ficar mais fácil de entender :
Imagine que você comprou 12 caixas de um produto e cada caixa é composta por 9 latas. O faturamento foi feito por caixas, mas a unidade tributável é a lata. Nesse caso, o cEAN é o GTIN da caixa que possui 9 latas. Já o cEANTrib é a numeração da lata em si.

O Fisco brasileiro tem implementado uma série de medidas que visam aprimorar a qualidade e veracidade dos documentos fiscais emitidos no país. O objetivo dessas ações é automatizar a apuração de impostos e ampliar a prestação de serviços ao cidadão. Por essa razão, é de suma importância para os lojistas que desejam se manter formalizados e competitivos, entenderem e se prepararem para que a validação do código GTIN seja feita de maneira apropriada, não havendo assim qualquer tipo de empecilho em suas operações.


Em caso de não cadastro ou não conformidade das informações dos produtos contidas no cadastro centralizado de GTIN dos campos previstos em nota técnica vigente, as NF-e e NFCe poderão ser rejeitadas.

 

Fico com alguma dúvida sobre o GTIN  – Entre em contato conosco que podemos te ajudar.

Tudo o que você precisa saber sobre a NFC-e

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Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) é um documento digital que está substituindo o tradicional cupom fiscal, emitido por ECF. Essa nota é destinada a vendas presenciais ou de entrega a domicílio para o consumidor final.

  • Com a NFCe desaparece a redução Z diária ?

Sim. Se o contribuinte emitir NFC-e e não utilizar ECF, não terá que cumprir as obrigações acessórias existentes para o ECF como a redução Z, leitura X, mapa resumo de caixa, atestado de intervenção, lacres e guarda de memória fiscal.

  • Em quais tipos de operações a NFC-e pode ser utilizada ?

Somente em venda (presencial ou para entrega em domicílio) destinada a consumidor final pessoa física ou jurídica, com valor da operação inferior a duzentos mil reais. Nas demais operações, o contribuinte deverá utilizar a nota fiscal eletrônica modelo 55 (NF-e).

  • Quais são os requisitos necessários para a emissão da NFC-e ?1

-> Possuir certificado digital no padrão ICP-Brasil, contendo o CNPJ da empresa;

-> Desenvolver ou adquirir um software emissor de NFC-e;

-> Solicitar a SEFAZ o credenciamento para emissão do documento.

 

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Em caso de problemas técnicos ou operacionais, o contribuinte poderá utilizar a contingência off-line que consiste na emissão da NFC-e sem a prévia autorização do Fisco, devendo, nesse caso, ser transmitida à SEFAZ até o primeiro dia útil subsequente contado da data de emissão (RIMCS-ES, Art. 543-Z-Z-K).

  • Considerando que devo transmitir as NFC-e emitidas em contingência off-line até o primeiro dia útil subsequente a emissão, como devo proceder se o problema técnico continuar e perder o prazo de envio?

O sistema de autorização de NFC-e não bloqueia a recepção de NFC-e emitida em contingência há mais de um dia útil subsequente contato a partir de sua emissão. No entanto, o contribuinte poderá ficar sujeito a aplicação de penalidade pelo envio em atraso, além de poder enfrentar denúncias de clientes que identifiquem o não envio da NFC-e ao fisco após a data limite, através de consulta do DANFE NFC-e no site da SEFAZ.

  • Qual a multa por deixar de transmitir à Sefaz documentos fiscais eletrônicos gerados em contingência?

A multa por deixar de transmitir documentos gerados em contingência à Sefaz, no prazo e nas condições previstas na legislação, é de  de 5% (cinco por cento) do valor da operação ou prestação, nunca inferior a 50 (cinquenta) ou superior a 500 (quinhentos) VRTEs por documento.

 

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Após decorrido o prazo de 24 horas da autorização para cancelamento da NFC-e, o contribuinte poderá emitir uma NF-e de estorno, REFERENCIANDO A NFC-e, da forma indicada no link .

  •  Em que condições posso cancelar uma NFC-e?

Somente poderá ser cancelada a NFC-e previamente autorizada e desde que ainda não tenha ocorrido a saída da mercadoria do estabelecimento. O prazo máximo para cancelamento de uma NFC-e é de até 24 horas, após a concessão da autorização de uso (RICMS-ES, Art. 543-Z-Z-N).

  •  VALOR INCORRETO – Como fazer a correção de uma NFC-e emitida com valor incorreto?

Constatada a emissão de NFC-e com valor incorreto, posteriormente à circulação da mercadoria ou prestação de serviço, o contribuinte deverá emitir NF-e, modelo 55, com a finalidade de ajuste para regularização dos lançamentos.

  • Pode ser emitida uma NFC-e de estorno para cancelamento após 24 horas da autorização?

Não, mas se não houve a circulação da mercadoria, o contribuinte poderá emitir uma NF-e modelo 55 com finalidade de ajuste, referenciando a NFC-e que se deseja estornar.Mais informações sobre a NF-e de estono no link.

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O pedido da inutilização de número de NFC-e tem a finalidade de permitir que o emissor comunique à SEFAZ, até o décimo dia do mês subsequente, os números de NFC-e que não serão utilizados em razão de ter ocorrido uma quebra de sequência da numeração da NFC-e.

A inutilização de número só é possível caso a numeração ainda não tenha sido utilizada em nenhuma NFC-e (autorizada, cancelada ou denegada).

  • Qual o prazo para inutilizar uma NFC-e e qual a multa pelo descumprimento?

Pelo art. 543-Z-Z-O/RICMS, ocorrendo salto de sequência, o contribuinte deverá solicitar inutilização dos números de NFC-e saltados até o décimo dia do mês subsequente.   Após esse prazo, além de efetuar a inutilização, deve-se pagar multa no valor de 10 VRTEs por número, limitada a 1000 VRTEs por quebra de sequência de numeração (art. 75-A, parágrafo 3º, VIII, d, 1 combinado com o artigo 77-A, inc. II, b da Lei 7000/2001).

 

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  • Posso utilizar a carta de correção eletrônica (CC-e) para NFC-e?

Não. A carta de correção eletrônica é utilizada exclusivamente para correções de NF-e modelo 55.

  • É possível emitir uma NFC-e complementar?

Não. O contribuinte poderá emitir uma NF-e complementar, referenciando a NFC-e emitida anteriormente com erros especificados no art. 542/RICMS:
I – no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o IPI ou o ICMS devam incidir sobre o todo;
II – no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias;
III – na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a nota fiscal originária;
IV – para lançamento do imposto não recolhido na época própria, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos impostos em que tenha sido emitida a nota fiscal originária;
V – no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos; e
VI – na saída das mercadorias constantes do estoque final do estabelecimento na data do encerramento de suas atividades.

  • No Espírito Santo é permitida a emissão da NF-e com CFOP 5929 para acobertar vendas feitas com NFC-e?

Sim, poderá ser emitida a NF-e modelo 55 com CFOP 5929 referenciando-se todas as NFC- lançadas anteriormente nas vendas a consumidor final.


Fonte: http://internet.sefaz.es.gov.br/faleconosco/index.php

Postergada validação do GTIN (código de barras)

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A nota técnica 2017.001 versão 1.30 divulgada pela SEFAZ no dia 25 de junho de 2018 traz importante novidade sobre a validação do GTIN na nota fiscal eletrônica 4.0. A validação dos campos cEAN e cEANTrib foram marcadas como implementação futura.

Com os novos prazos o ambiente de homologação começara a validação a partir de setembro e de acordo com o CNAEs e NCMs indicados conforme tabela abaixo.

TABELA

Outra novidade é que a nota técnica 2017.001/1.30 indica que a SEFAZ irá validar já no início de agosto em ambiente de homologação se os campos de código de barra não forem preenchidos gerando os seguintes erros:

A mesma norma traz a exclusão da rejeição que ocorria quando era informado no campo cEANTrib um GTIN-14 (código de barras com 14 dígitos) e existia um código menor com 8, 12 ou 13 dígitos que representava uma menor unidade de medida.

Todas as demais regras de validação constam como implementação futura no ambiente de produção não tendo uma data definida para início de vigência:

  • Rejeição 890: GTIN inexistente no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) [nItem:999]
  • Rejeição 891: GTIN incompatível com a NCM [nItem:999; NCM esperada: 99999999]
  • Rejeição 892: GTIN incompatível com CEST [nItem:999; CEST esperado: 9999999]
  • Rejeição 893: GTIN da unidade tributável diverge do GTIN Contido cadastrado no CCG [nItem:999; GTIN Contido esperado: 99999999999999]
  • Rejeição 894: GTIN da unidade tributável inexistente no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) [nItem:999]
  • Rejeição 895: GTIN da unidade tributável incompatível com a NCM [nItem:999; NCM esperada: 99999999]
  • Rejeição 896: GTIN da unidade tributável incompatível com CEST [nItem:999; CEST esperado: 9999999]

Nota fiscal eletrônica – 5 erros que podem custar caro !!!

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As notas fiscais eletrônicas mudaram o conceito que conhecíamos sobre documentos fiscais, substituindo o papel por um documento eletrônico armazenado digitalmente com a finalidade de oficializar uma operação de venda e circulação de mercadorias ou serviços.

Mas quais as outras utilidades da NFe

Muitos de nós acreditamos que a NFe é penas mais uma exigência burocrática que temos que enfrentar no dia a dia da empresa, e desconhecemos o real potencial de fornecer informações importantes para tomada de decisões, informações que seriam muito difíceis e onerosas de conseguir se ainda utilizássemos o papel.

Abaixo listamos os maiores e mais perigosos erros cometidos na gestão das NFes e sugestões de como evitá-los.

1- Não armazenar XMLs de documentos fiscais.

Quando alguma transação comercial de compra ou venda acontece, as partes envolvidas dificilmente esperam que essa relação irá terminar em problemas e dores de cabeça para um dos lados. Por esse motivo, é raro encontrar clientes ou empresas que guardam todas suas notas fiscais.

Quando a sua empresa é quem vende, não armazenar as notas fiscais da forma correta se torna ainda mais grave! Afinal, segundo a legislação brasileira, a nota fiscal deve ser armazenada por 5 anos, que é o momento em que a dívida prescreve e empresas e o Governo já não podem cobrar dívidas atrasadas.

Além disso, não armazenar notas fiscais pode acarretar em multas pesadas que podem passar de R$1.000,00 por documento perdido ou XML de Nota Fiscal não apresentado em uma fiscalização.

2- Pensar que a DANFe ou o papel impresso é a Nota Fiscal

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Uma confusão muito comum! O papel impresso é uma versão simplificada da NFe, chamada de DANFe (Documento Auxiliar de Nota Fiscal eletrônica), que tem informações resumidas dos dados presentes na nota. Ele não é uma nota e não possui validade jurídica.

A Nota Fiscal eletrônica é um arquivo digital com extensão XML, que foi assinado digitalmente e autorizado pelas Secretarias estaduais de Fazenda. Porém, o DANFe é importante pois desempenha a função de representar a nota fiscal em caso de contingência, provar o valor dos produtos em caso de acionamento do seguro e comprova a origem de produtos durante uma fiscalização do transporte

 

3- Não arquivar os documentos de forma organizada e segura

Imagine que você guarde todos os arquivos de NFes em uma pasta no seu computador. Agora, como você faria para encontrar uma nota recebida de um fornecedor em maio de 2014? Se você tiver organizado as informações em pastas, por data, nome, fica mais fácil, mas se o seu computador queimar, ou seu disco travar, você terá um enorme “abacaxi” nas mãos.

4- Depender do fornecedor para receber a nota fiscal anexada por e-mail

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Depender exclusivamente do fornecedor para receber o XML é uma má ideia. Pois, por exemplo, caixas de e-mail lotam com frequência, o emissor se esquece de enviar o documento e, não raro, esse arquivo pode nem ter sido enviado. Em suma, a empresa não recebe a nota e perde um documento fiscal importante.

Sem contar que o tempo que a sua equipe perde consultando notas manualmente é enorme. Se forem emitidas 100 notas por mês, que equivalem à 40 horas mensais dedicadas apenas às consultas de Notas Fiscais. Considerando o SLT base de R$ 3 mil, são ao menos R$ 750 do salário daquele contador aplicados apenas na consulta manual das notas. O dinheiro pago não é usado numa operação mais complexa do profissional. Então pare de perder tempo consultando Notas Fiscais, automatize seu processo.

 

5- Não verificar a validade jurídica dos XMLs que você recebe e guarda

Uma NFe possui dois “carimbos” de segurança: a Assinatura Digital, que é carimbada no momento da emissão e certifica a identidade do emissor da nota; e o Protocolo de Autorização, que garante que a emissão da nota foi autorizada junto à Secretaria da Fazenda. Somente checando essas informações é que você consegue garantir que aquela nota é verdadeira.

A principal função do DANFe é facilitar a consulta da validade da NFe e a existência de possíveis cartas de correções, junto à Secretaria da Fazenda (Sefaz).

 

6- (Bônus)Mas como a maioria das empresas já trabalham com sua equipe no limite por conta de custos como assimilar mais esta tarefa?

Aqui nós podemos te ajudar, o UniPlus possui uma ferramenta chamada radar de XML que monitora e baixa as notas fiscais emitidas contra o seu CNPJ direto do servidor da SEFAZ arquivando-as automaticamente e de forma organizada em disco, com ele você pode ter todas as suas notas fiscais antes mesmo do produto chegar.

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Tudo o que você precisa saber sobre a NF-e

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INUTILIZAÇÃO

Você pode fazer a inutilização quando a ordem de numeração fiscal for quebrada por motivos técnicos ou fiscais. Você deve comunicar a Secretaria de Fazenda até o décimo dia do mês subsequente, ou seja, se você estiver no mês de novembro, tem até o dia 10 de dezembro do mesmo ano para que seja requerida a inutilização. É necessário informar quais números de NF-e não serão utilizados em razão de ter ocorrido um quebra de sequência da numeração.

É importante lembrar que a inutilização de número só é possível caso a numeração ainda não tenha sido utilizada em nenhuma NF-e, seja ela autorizada, cancelada ou denegada.

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O cancelamento da NF-e pode ocorrer por erro de digitação, erro de cálculos fiscais, desistência por parte do cliente, entre outros motivos. Ele pode ser efetuado no prazo máximo de 24 horas desde o momento da autorização da nota, caso a mercadoria ainda não tenha sido transportada.

Um outro impedimento para que o cancelamento ocorra é a ciência por parte do destinatário. Vamos supor que você emita a NF-e e a envie para o seu cliente por e-mail. Caso ele efetue o processo de ciência,  mesmo que a mercadoria ainda não tenha saído do seu estabelecimento, você não conseguirá mais cancelá-la.

CANCELAMENTO APOS

icon2Cada estado possui autonomia para prorrogar o prazo de cancelamento. Então, alguns estados, como São Paulo, permitem o cancelamento da NF-e após o prazo regulamentar de 24h. Mas, para isso é essencial esta ligado na legislação vigente.

Em São Paulo, por exemplo, o cancelamento fora do prazo regulamentar pode ocorrer em até 480 horas. Porém, a empresa fica sujeita, em casos de fiscalização, à penalidades previstas, como multa no valor de 1% do valor da operação, mas nunca inferior a 6 UFESPs, por documento.

A UFESP, ou Unidade Fiscal do Estado de São Paulo, no inicio de 2018 estava valendo R$ 25,70. Isso quer dizer que caso você cancele uma NF-e fora do prazo regulamentado, de 24h, está sujeito a uma multa mínima de R$ 154,20.

Melhor não correr o risco, certo?!

ESTORNO

O estorno pode, e deve, ser feito quando sua NF-e já passou do prazo legal de cancelamento instituído pela Receita Federal, e se a mercadoria também não circulou.

Sua função é devolver a mercadoria para o estoque e o imposto que você destacou na emissão da nota. Também é necessário conter uma declaração anexa á nota de estorno explicando o ocorrido, com a assinatura do destinatário que não recebeu a mercadoria constante nessa NF-e.

DEVOLUÇÃO

A devolução pode ser realizada por diversos motivos entre a saída da mercadoria da sua empresa até a chegada no seu cliente. Por exemplo: atraso na entrega, desistência do cliente depois da emissão da nota (tendo passado também o prazo de cancelamento), falta de mercadorias, etc.

Você não precisa se preocupar com prazo para emitir uma devolução, esse procedimento pode ser feito a qualquer momento.

CCE

A Carta de Correção Eletrônica, ou CC-e, é utilizada para regularização de erro ocorrido na emissão da NF-e, desde que o erro não esteja relacionado com:

  • O valor do imposto como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação;icon3
  • Correção de dados cadastrais que implique mudanças do remetente ou do destinatário;
  • Data de emissão ou de saída da mercadoria;
  • O prazo de transmissão da CC-e é de até 30 dias após a autorização da NF-e.

E aí você pode nos perguntar, quantas CC-e posso emitir para a mesma NF-e ? A resposta é 19.

Você pode emitir até 19 CC-e para uma mesma nota fiscal, sendo que a última emitida substitui a anterior, então é preciso ficar atento nos dados inseridos na última carta, para não deixar nada de fora da correção.

COMPLEMENTAR

A NF-e complementar, como o próprio nome sugere, serve para complementar algumas informações da NF-e, como por exemplo: complemento do valor do ICMS, quantidade, entre outras informações.

A ideia é que a NF-e normal + NF-e complementar seja = a operação final da nota.

Simples nacional – Você pode estar jogando dinheiro fora!!!

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É isso mesmo, você não entendeu errado! Se você possui uma empresa enquadrada no regime de apuração tributário federal do Simples Nacional e não está administrando corretamente os parâmetros tributários PIS/COFINS de seus itens vendidos, é possível que esteja pagando muito mais imposto do que deveria.

O que mais ouvimos de empresas tributadas por esse regime é: – “A classificação tributaria de PIS/COFINS de minha empresa não interessa, o que importa é o ICMS!”. Acredite em nós! Mora muita economia ao fazer com cuidado todo esse processo.

Podemos ajudar você e sua equipe a se prevenirem contra pagamentos indevidos na hora da apuração dos seus tributos. É por isso que estamos aqui, para te passar todas as informações necessárias para uma correta classificação do PIS/COFINS e com isso evitar pagamentos indevidos de impostos.

 

A importância da classificação PIS/COFINS em seu cadastro de itens

Alguns segmentos de atividade econômica possuem um mix maior de produtos que se encaixam em uma determinada tributação, é o caso, por exemplo, de empresas voltadas à comercialização de medicamentos (farmácias), combustíveis (postos de combustíveis), veículos (autopeças), máquinas e bebidas.

Para nós o que interessa e a concentração de itens com a classificação Monofásica, quanto mais itens houverem no seu cadastro com esta classificação, maior será a economia de impostos proporcionada e vamos explicar porquê.

As classificações PIS/COFINS para cada item

Quando lidamos com operações comerciais PIS/COFINS, os produtos e serviços podem ser classificados nas seguintes categorias:

  • Tributados “Normal”;
  • Monofásicos;
  • Substituição Tributária;
  • Alíquota Zero;
  • Isenção;
  • Não Incidência;
  • Suspensão;

Empresas no Simples Nacional podem classificar suas operações comerciais item a item conforme as opções acima. Contudo, vale destacar que aqui nosso foco será a monofásica.

 

Composição da alíquota do simples nacional

Abaixo mostramos como é composta a alíquota do simples

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Note que a alíquota do simples nacional é composta por várias outras sub alíquotas entre elas as alíquotas do PIS e do COFINS.

Vamos pegar como exemplo uma empresa que pague uma alíquota total de 7,3%. Podemos ver pela tabela que desta alíquota 0,93% se refere ao COFINS e 0,20% se refere ao PIS totalizando um percentual total de 1,13% , assim sobre a receita normal teríamos aplicado uma alíquota de 7,3% e sobre a receita monofásica teríamos uma alíquota de 6,17%.

Vamos pegar como exemplo uma empresa que esteja na faixa de faturamento de até 360 mil e que no mês tenha faturado 30 mil reais e que destes, 20 mil sejam de produtos monofásicos.

Faturamento total ………30.000,00

Monofásicos……………….20.000,00

Outros……………………….10.000,00

Neste caso sobre os 10 mil não monofásicos seria aplicada a alíquota de 7,3% e sobre os 20 mil monofásicos seria aplicada a alíquota de 6,17%.

 O que é preciso fazer para segregar as receitas monofásicas?

Cabe à empresa e/ou seu contador identificar quais receitas estão na condição de tributação monofásica e com ajuda do suporte de sua ferramenta de gestão fiscal fazer a correta classificação no cadastro de itens de venda para uma posterior apuração.

Economia de PIS/COFINS em empresas Simples Nacional

Se você chegou até aqui, já entendeu a importância de classificar corretamente os produtos, uma vez que isso influencia diretamente em economia no processo de apuração. Mas quero chamar a sua atenção para o seguinte: manter um controle do cadastro de itens rigoroso faz toda a diferença! Sem título-2

Quando a empresa faz o correto gerenciamento do cadastro de itens desde a entrada do mesmo, consequentemente será mais fácil obter relatórios gerenciais que indiquem os montantes exatos a serem segregados em relação a apuração do PIS e COFINS. Entretanto, além de verificar se o produto veio do fornecedor com a classificação correta, a manutenção dos cadastros atualizados é fundamental para prevenir a defasagem dessas informações, em razão das constantes modificações na legislação nacional.

Este processo de atualização e manutenção das classificações fiscais podem ser feitas de forma manual no seu cadastro de itens, porém é um trabalho bem árduo e demorado. Existem porém, sistemas de gestão que são capazes de fazer e manter estas classificações fiscais de forma automatizada, economizando muito tempo do empresário e de sua equipe, evitando possível defasagem nos cadastros.

Se prepare!!! Nova obrigatoriedade para transmissão de Notas Fiscais Eletrônicas.

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  • A Confaz publicou recentemente nova data de obrigatoriedade para o preenchimento do GTIN (código de barras) nas notas fiscais eletrônicas.
  • Embora a obrigatoriedade de preenchimento do GTIN tenha sido implementada desde 1º de julho de 2011 muitas empresas não informam estes dados devido à falta de validação específica, e acabam descumprindo a obrigatoriedade prevista na legislação.
  • Porém agora a Confaz estabeleceu a data de início do processo de validação que terá o seguinte cronograma.

 

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A obrigatoriedade da validação começa em janeiro de 2018 e termina em dezembro do mesmo ano. Empresas que não se adequarem até as datas previstas poderão ter suas notas rejeitadas pelos seguintes motivos:

O que fazer para evitar rejeição em suas notas fiscais eletrônicas.

É fundamental uma análise minuciosa do cadastro de produtos que são comercializados através do código barras no formato GTIN, verificando a correta identificação do produto com o código padrão utilizado.

A revisão é fundamental para cumprir a exigência do fisco e para assegurar aos contribuintes a segurança necessária de que a emissão do documento fiscal (NF-e e NFC-e) ocorra regularmente sem rejeição, o que poderia impossibilitar a validação do documento.

Assim, para a validação dos campos específicos pelo Estado autorizador da NF-e é preciso que os estabelecimentos parametrizem os sistemas de imediato, com intuito de verificar o comportamento dos cadastros com o leiaute da NF-e e assegurar que os dados sejam preenchidos corretamente conforme o produto.

Sua empresa esta preparada para a NFe 4.0?

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Nenhum lojista gosta de perder vendas certo? Isso é fato, e todos concordamos que perder vendas por não conseguir realizar um faturamento por problemas no software de automação após já termos vencido a árdua tarefa de fechar uma venda e muito frustrante não e mesmo?

Mas com alguns cuidados isso pode ser evitado, um destes importantes cuidados é contratar para sua empresa um software e um fornecedor de automação que estejam sempre ligados e atualizados com as mudanças da legislação fiscal, uma mudança importante ocorrera no ano de 2018 onde a nota fiscal eletrônica (NFe)  mudara da versão 3.10 para a versão  4.0, veja abaixo o que muda na NFe e os prazos para a mudança e procure saber se sua empresa está preparada.

As principais implementações para a migração da versão “3.10” para a NFe 4.0 são:

  • Campo indicador de presença – Foi adicionada uma  5ª opção “Operação presencial, fora do estabelecimento”. Isso diz respeito a vendas ambulantes, uma demonstração de adequação à nova realidade do comércio;
  • Criação do grupo “Rastreabilidade de produto” – O intuito é rastrear produtos sujeitos a regulações sanitárias, como por exemplo, bebidas, remédios, produtos veterinários e odontológicos; além de agrotóxicos e produtos que sofreram recall. O grupo pede as informações de lote e data de fabricação, o que significa que os controles de compras e estoques das empresas também deverão conter essas informações. Este é um caso que evidencia a abrangência de necessidades específicas de determinados produtos no novo layout, gerando informações importantes como conhecimento para fornecedor e consumidor, além de priorizar medidas de segurança.
  • Criação do campo “Fundo de Combate à Pobreza”:  Para operações internas ou interestaduais com substituição tributária, o layout da NF-e 4.0 deverá identificar o valor devido sucedendo do percentual de ICMS relativo ao Fundo de Combate à Pobreza (Art. 82 do ADCT da Constituição Federal) nas operações internas ou nas operações interestaduais com substituições tributárias, que não são atendidas pelos campos criados no Grupo de Tributação do ICMS para a UF de destino;
  • Criação do campo “Grupo Total da NF-e”: Neste campo, será apresentado o valor total do IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados), que é usado quando há a devolução de mercadoria por estabelecimentos que não contribuam com essa taxa;
  • Duas novas modalidades no campo “Grupo X-Informações do Transporte da NF-e”: O campo agora aceita o Transporte Próprio por Conta do Remetente e o Transporte Próprio por Conta do Destinatário;
  • Mudança de nome do campo “Formas de Pagamento”: Esse campo agora se chama apenas “Pagamento”. Nele também está incluso o valor do troco, enquanto o campo “Forma de Pagamentos do Grupo B” deixou de existir;

 

Fique atento aos prazos:

 

• AMBIENTE DE HOMOLOGAÇÃO – 20/11/2017: Neste período ocorre o início dos testes para homologação dos programas emissores de NF-e. É nesta fase que as empresas especializadas em softwares de emissão de notas irão iniciar os testes de homologação da nova versão;

• AMBIENTE DE PRODUÇÃO – 04/12/2017: Início da emissão de NF-e pela versão 4.0. Aqui será possível emitir notas fiscais nas duas versões simultaneamente, ou seja, será opcional a migração para a nova versão;

Desativação da NFe 3.1
• DESATIVAÇÃO DA VERSÃO ANTERIOR – 02/07/2018: Data limite para migração de versão. A partir deste dia, só será possível emitir NF-e na versão 4.0, sendo o layout 3.1 desativado.

Projeções positivas para os supermercados em 2018

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Olá

A consultoria Tendências, acaba de divulgar as projeções de vendas para o segmento supermercadista e opina sobre o grande momento que o segmento terá de recuperação nesse ano.

O que acontece com o seu negócio?

Se não estiver preparado, irá perder um dos melhores momentos de faturamento dos últimos anos.

Os consultores da Tendência lembram que o consumo vem crescendo desde ano passado e fecho 2017 com alta em torno de 1,5%. A melhora tem se dado de forma gradual, a tendência consultoria acredita que até o final de 2018 o consumo já esteja nos patamares do período pré-crise.

É importante ressaltar os 3 principais fatores econômicos que estão influenciando nesta melhora no desempenho dos supermercados:

  1. Renda
  2. Emprego
  3. Preço

Os economistas da Tendência lembram que em 2017 a inflação foi reduzida de forma significativa caindo de cerca de 8% em 2016 para 3% e 4% em 2017.Se analisarmos apenas os preços dos alimentos ouve ate deflação.

O emprego e outro fator determinante na recuperação do consumo, apesar de termos um reajuste salarial menor em 2018, a geração de emprego deve acelerar durante este ano, estimasse um aumento de 2,4% até o final de 2018.

É natural porem que ainda haja certa desconfiança com relação ao crescimento econômico neste ano, o consumidor ainda tem que lidar com o aumento dos preços dos items controlados pelo governo, estamos em um ano eleitoral com uma eleição que promete ser bastante instável, mas é fato que a crise já está ficando para traz e é hora de pisarmos novamente no acelerador, ainda de forma prudente e claro, mas já podemos ver boas condições no horizonte para um crescimento maior nos próximos anos.