ICMS: Como calcular esse imposto?

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços é uma das obrigações fiscais inseridas no comércio varejista e é um dos tributos mais importantes do Brasil. Quem atua no ramo que paga esse imposto tem por obrigação a inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS, que é um imposto cobrado em caráter Estadual e no Distrito Federal.

Por ser cobrado de uma forma e cada Estado a alíquota aplicada é diferente mas a CONFAZ por meio do Convenio de ICMS, assegura que haja algumas leis em comum que sejam praticadas em todos os Estados. Por vezes, a forma como os impostos são aplicados pode causar confusão em comerciantes que trabalham comercializando de forma interestadual.

Sendo a maior forma de arrecadação de recursos financeiros de muitos Estados e aplicando-se até em produtos importados, o ICMS se aplica em diversos produtos diferentes e a alíquota total do produto é aplicada no final do processo, quando o cliente os adquire. Porém, a cobrança do ICMS se faz durante todas as etapas, da indústria para o distribuidor, do distribuidor para o varejista e do varejista para o consumidor final. Dada a importância desse imposto aumenta-se a seriedade pela qual deve ser tratada a forma de calcula-lo. Vamos aprender:

Como Calcular o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços:

A primeira coisa que o comerciante deve saber quando for calcular o ICMS é a alíquota que é cobrada em sua UF. Para exemplo, vamos utilizar a alíquota do Estado do Espirito Santo.

É necessário saber também que nem todos os produtos sofrem a mesma cobrança e que ela pode variar de 7% a 35% dependendo da mercadoria. No Estado Capixaba a maioria dos produtos sofre uma cobrança de 17%, então utilizaremos ela para calcular. O cálculo se faz assim, é simples:

Preço do Produto X Alíquota Praticada no Estado = Valor do ICMS da Mercadoria

Um produto que custa 300 reais e sofre uma alíquota de 17% tem um ICMS no valor de R$51,00.

300 X 17% = 51

Comecialização Interestadual:

Nesses casos a atenção deve se voltar para as diferenciações entre as alíquotas de cada Estado. Mas não precisamos criar pânico, existe uma criação do Governo Federal que auxilia nessas operações, o DIFAL.

O Diferencial de Alíquota existe para garantir que não exista uma diferença muito brusca de cobrança entre Estados. Com uma grande diferença, as ações comerciais focariam somente na localidade com as alíquotas mais baixas e a concentração de renda não teria uma distribuição de forma igualitária. Atualmente, a arrecadação de ICMS é distribuída de forma gradual entre o Estado receptor e o que está enviando a mercadoria. Um bom Sistema de Automação Comercial como o Uniplus faz isso de forma automática, é só configurar a entrada e saída do produto e o cálculo é feito pelo nosso sistema.

Onde se aplica e onde não se aplica o ICMS?

Ficou alguma dúvida sobre esse assunto ou esta procurando um sistema de gestão perfeito para seu varejo? É só entrar em contato com a Ideal: