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Simples nacional – Você pode estar jogando dinheiro fora!!!

É isso mesmo, você não entendeu errado! Se você possui uma empresa enquadrada no regime de apuração tributário federal do Simples Nacional e não está administrando corretamente os parâmetros tributários PIS/COFINS de seus itens vendidos, é possível que esteja pagando muito mais imposto do que deveria.

O que mais ouvimos de empresas tributadas por esse regime é: – “A classificação tributaria de PIS/COFINS de minha empresa não interessa, o que importa é o ICMS!”. Acredite em nós! Mora muita economia ao fazer com cuidado todo esse processo.

Podemos ajudar você e sua equipe a se prevenirem contra pagamentos indevidos na hora da apuração dos seus tributos. É por isso que estamos aqui, para te passar todas as informações necessárias para uma correta classificação do PIS/COFINS e com isso evitar pagamentos indevidos de impostos.

 

A importância da classificação PIS/COFINS em seu cadastro de itens

Alguns segmentos de atividade econômica possuem um mix maior de produtos que se encaixam em uma determinada tributação, é o caso, por exemplo, de empresas voltadas à comercialização de medicamentos (farmácias), combustíveis (postos de combustíveis), veículos (autopeças), máquinas e bebidas.

Para nós o que interessa e a concentração de itens com a classificação Monofásica, quanto mais itens houverem no seu cadastro com esta classificação, maior será a economia de impostos proporcionada e vamos explicar porquê.

As classificações PIS/COFINS para cada item

Quando lidamos com operações comerciais PIS/COFINS, os produtos e serviços podem ser classificados nas seguintes categorias:

  • Tributados “Normal”;
  • Monofásicos;
  • Substituição Tributária;
  • Alíquota Zero;
  • Isenção;
  • Não Incidência;
  • Suspensão;

Empresas no Simples Nacional podem classificar suas operações comerciais item a item conforme as opções acima. Contudo, vale destacar que aqui nosso foco será a monofásica.

 

Composição da alíquota do simples nacional

Abaixo mostramos como é composta a alíquota do simples

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Note que a alíquota do simples nacional é composta por várias outras sub alíquotas entre elas as alíquotas do PIS e do COFINS.

Vamos pegar como exemplo uma empresa que pague uma alíquota total de 7,3%. Podemos ver pela tabela que desta alíquota 0,93% se refere ao COFINS e 0,20% se refere ao PIS totalizando um percentual total de 1,13% , assim sobre a receita normal teríamos aplicado uma alíquota de 7,3% e sobre a receita monofásica teríamos uma alíquota de 6,17%.

Vamos pegar como exemplo uma empresa que esteja na faixa de faturamento de até 360 mil e que no mês tenha faturado 30 mil reais e que destes, 20 mil sejam de produtos monofásicos.

Faturamento total ………30.000,00

Monofásicos……………….20.000,00

Outros……………………….10.000,00

Neste caso sobre os 10 mil não monofásicos seria aplicada a alíquota de 7,3% e sobre os 20 mil monofásicos seria aplicada a alíquota de 6,17%.

 O que é preciso fazer para segregar as receitas monofásicas?

Cabe à empresa e/ou seu contador identificar quais receitas estão na condição de tributação monofásica e com ajuda do suporte de sua ferramenta de gestão fiscal fazer a correta classificação no cadastro de itens de venda para uma posterior apuração.

Economia de PIS/COFINS em empresas Simples Nacional

Se você chegou até aqui, já entendeu a importância de classificar corretamente os produtos, uma vez que isso influencia diretamente em economia no processo de apuração. Mas quero chamar a sua atenção para o seguinte: manter um controle do cadastro de itens rigoroso faz toda a diferença! Sem título-2

Quando a empresa faz o correto gerenciamento do cadastro de itens desde a entrada do mesmo, consequentemente será mais fácil obter relatórios gerenciais que indiquem os montantes exatos a serem segregados em relação a apuração do PIS e COFINS. Entretanto, além de verificar se o produto veio do fornecedor com a classificação correta, a manutenção dos cadastros atualizados é fundamental para prevenir a defasagem dessas informações, em razão das constantes modificações na legislação nacional.

Este processo de atualização e manutenção das classificações fiscais podem ser feitas de forma manual no seu cadastro de itens, porém é um trabalho bem árduo e demorado. Existem porém, sistemas de gestão que são capazes de fazer e manter estas classificações fiscais de forma automatizada, economizando muito tempo do empresário e de sua equipe, evitando possível defasagem nos cadastros.