A importância de conciliar suas vendas em cartão

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Você sabe a importância de fazer a conciliação das vendas em cartão da sua loja? Sabia que realizando este processo é possível reduzir perdas e melhorar resultados?
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Isso mesmo, se você não está conciliando as vendas em cartão do seu estabelecimento, pode estar sendo vítima de fraudes e tendo prejuízos com esta modalidade de pagamento. É cada vez maior o número de pessoas que escolhe cartão como sua modalidade de pagamento, isso graças a comodidade e segurança que este traz ao consumidor. Não controlar e ter certeza dos valores que os adquirentes estão depositando em sua conta representa um rico alto.

Abaixo listamos os 3 principais motivos para você que ainda não faz conciliação de cartão, pense seriamente em implantar este novo processo em sua empresa.

 

1. Conferir se o que foi combinado com a administradora está sendo cumprido.

Como ter certeza que o que foi combinado com a administradora no momento da contratação está sendo cumprido? A única maneira é fazendo a conferência diária e de preferência de forma automática, assim você poderá detectar falhas e divergências nas operações.

Algumas conferências que um conciliador de cartões executa:

  • Valor do aluguel da máquina;
  • Taxas cobradas sobre as vendas;
  • Conferência do período do depósito;

Além destes, o motivo principal pelo qual recomendamos que o lojista utilize a conciliação em seu estabelecimento, é garantir que irá receber todas as vendas efetuadas em seu pdv. Um bom sistema de conciliação atua integrado ao software de gestão, garantindo que todas as vendas em cartões passadas no pdv sejam depositadas corretamente.

 

2. Evitar fraudes

Assim como o lojista se preocupa em controlar o dinheiro que passa pelo pdv para evitar que fraudes ocorram, é importante fazer o mesmo processo com a forma de pagamento cartão, para ter certeza que todas as vendas que foram apontadas como cartão, foram devidamente registradas pela adquirente e serão posteriormente recebidas.

 

3. Melhorar os processos de venda

Hoje em grande parte do varejo, o meio de pagamento cartão representa boa parte das vendas, então ignora-lo não é uma boa ideia. Conciliar as vendas em cartão é a única maneira de saber se as margens estão de acordo com os custos para vender nesta modalidade de pagamento.

Vamos pegar como exemplo o processo de precificação, hoje com margens cada vez mais apertadas é muito importante identificar todos os custos incidentes sobre uma venda, ter uma conciliação de cartão e saber exatamente o custo desta forma de pagamento sobre cada venda é fundamental para saber se a margem cobre os custos com esta forma de pagamento, ou se uma determinada promoção poderá abranger também a forma de pagamento cartão.

Se a forma de pagamento cartão representar um montante importante para sua loja, haverá possibilidade de considerável prejuízo por não concilia-las, existe hoje no mercado sistemas que fazem esta conciliação toda de forma automatizada, reduzindo em praticamente 100% seu risco e consumindo pouquíssimo tempo dos responsáveis pelo processo.

 

Fico com alguma dúvida ? – Entre em contato conosco que podemos te ajudar.

 

Atenção – Desativação do layout 3.10 da NFC-e

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Prezados clientes e parceiros, 

Como informamos anteriormente o layout 3.10 da NFC-e sera desativado e substituído pelo layout 4.0, que trara uma serie de melhorias de segurança e novas validações para para os documentos eletrônicos fiscais.

A partir de qual data o layout 3.10 sera desativado?

A partir do dia 01  de Outubro de 2018 apenas documentos fiscais que obedeçam ou layout 4.0 serão aceitos pela Sefaz.

E se o meu sistema emissor de NFC-e não estiver adequado?

Verifique com o seu fornecedor de sistema se o mesmo já esta adequado ao layout 4.0 da NFC-e e com o novo QR-Cod (V.2), caso não esteja, sua empresa terá a emissão dos documentos rejeitadas pela SEFAZ ficando assim impossibilitada de efetuar vendas.

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O novo leiaute foi implementado para atender as novas especificações da SEFAZ (NT 2016/002 v1.51).Para isso, é necessário que alem do software emissor de documentos fiscais, todo o Sistema Operacional seja compatível com o protocolo de comunicação segura dos Web Service TLS 1.2 ou superior.

Não sendo mais possível o uso do protocolo de comunicação segura SSL v3.0.

 

Fico com alguma dúvida sobre a NFC-e 4.0  – Entre em contato conosco que podemos te ajudar.

 

 

 

 

Entenda o que muda com a redução do prazo de cancelamento da NFC-e

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O que é a NFC-e

A nota fiscal eletrônica modelo 65 é o mais novo membro da família de documentos eletrônicos fiscais. Foi criado com o objetivo de substituir o antigo cupom fiscal emitido por ECF, que ainda existe em alguns estados da federação, inclusive no ES que deverá ser substituído de forma total pela NFC-e até dia 31 de dezembro de 2018.

Assim como a NF-e a NFC-e é enviada instantaneamente para a SEFAZ do estado onde a operação está ocorrendo, esta valida as informações da venda e autoriza ou não a emissão do documento.

O que mudou

Recentemente o ajuste SINIEF 07/18 alterou a cláusula décima quinta do ajuste SINIEF 19/16 (Norma que instituiu originalmente a NFC-e) reduzindo o prazo de cancelamento da NFC-e de 24 horas para até 30 minutos, desde que não tenha ocorrido a circulação da mercadoria.

Qual o impactohora

O ajuste SINIEF 09/2016 permitia o cancelamento de uma NFC-e em até 24 horas após sua emissão, com a alteração definida pelo Ajuste SINIEF 07/2018 este prazo foi reduzido para apenas 30 minutos.

E para qual estado esta norma vale?

A norma SINIEF tem alcance nacional, portanto esta alteração deverá ser vista em todos os estados da federação que tenham adotado a NFC-e, porém, cabe a cada estado fazer a sua regulamentação.

Quando o novo prazo começa a valer?

A partir de 01 de outubro de 2018.

Porque posso precisar cancelar um NFC-e

Vamos pegar o seguinte exemplo, um cliente vai à loja e compra um caderno de 10 matérias, após passar pelo PDV e ter a NFC-e emitida lembra que na verdade precisava de um caderno de 12 matérias, se ainda não passou o prazo de 30 minutos basta o caixa cancelar a venda e fazer uma nova venda com a mesma forma de pagamento.

Mas e se o prazo já tiver terminado?

Neste caso teríamos que fazer uma NF-e (nota fiscal eletrônica), modelo 55 de entrada em nome do cliente que havia adquirido o caderno, com natureza de operações de devolução e após isso, emitirmos uma nova NFC-e de venda com o caderno de 12 matérias.

Como saber se o meu sistema de gestão fiscal atende a nova norma?

Entre em contato com o fornecedor da sua solução e verifique se o seu sistema já está ajustado para o novo prazo evitando assim possível problema com o FISCO.

 

Fico com alguma dúvida sobre a NFC-e  – Entre em contato conosco que podemos te ajudar.

 

Você sabe como funciona o GTIN ?

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Se você trabalha com comércio de produtos provavelmente está familiarizado com o famoso código de barras, presente no dia a dia dos comerciantes brasileiros há mais de 33 anos. Esse código, também conhecido como EAN (European Article Number) e GTIN (Global Trade Item Number), é o código numérico que, acompanhado das barras, forma o código de barras.

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O GTIN é o código que encontramos logo abaixo das barras. Ele é um identificador para itens comerciais desenvolvido e controlado pela GS1, antiga EAN/UCC, uma organização sem fins lucrativos que desenvolve e mantém padrões para a comunicação empresarial.
A partir de 2018, após nova exigência tributária, tornou-se impossível emitir notas fiscais eletrônicas sem a informação de um EAN/GTIN válido, (para produtos que possuem EAN/GTIN registrados). Ele é obrigatório para quaisquer tipos de operações, sendo de entrada ou de saída do produto.

O GTIN pode identificar o item em qualquer momento em que ele aparecer na cadeia de suprimentos. Ele é uma chave global que identifica um determinado item comercial que precisa ser precificado, requisitado ou faturado. Além disso, sua obrigatoriedade tem como objetivo melhorar a gestão e o controle de produtos, além de diminuir a possibilidade de desvio, falsificação
ou fraude.

 

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Ao fazer o preenchimento das notas fiscais, devemos nos atentar ao campo tributável e não tributável:

  • Campo cEAN (GTIN): a descrição traz o GTIN e a observação apresenta um dos seguintes códigos: GTIN 8, GTIN-12, GTIN-13 ou GTIN-14.
  • Campo cEANTrib (GTIN): a descrição traz o GTIN da unidade tributável, sendo ele o GTIN 8, GTIN-12, GTIN-13 ou o GTIN-14.

Vale indicar a diferença entre os campos cEAN e cEANTrib. O cEAN terá o mesmo número EAN se o produto faturado não for o tributável. Nesse caso, o cEANTrib é o código de barras GTIN do produto a ser tributado, que foi utilizado para calcular o ICMS da substituição tributária. Quando o produto faturado for o tributável, os campos cEAN e cEANTrib terão a mesma numeração.

Para ficar mais fácil de entender :
Imagine que você comprou 12 caixas de um produto e cada caixa é composta por 9 latas. O faturamento foi feito por caixas, mas a unidade tributável é a lata. Nesse caso, o cEAN é o GTIN da caixa que possui 9 latas. Já o cEANTrib é a numeração da lata em si.

O Fisco brasileiro tem implementado uma série de medidas que visam aprimorar a qualidade e veracidade dos documentos fiscais emitidos no país. O objetivo dessas ações é automatizar a apuração de impostos e ampliar a prestação de serviços ao cidadão. Por essa razão, é de suma importância para os lojistas que desejam se manter formalizados e competitivos, entenderem e se prepararem para que a validação do código GTIN seja feita de maneira apropriada, não havendo assim qualquer tipo de empecilho em suas operações.


Em caso de não cadastro ou não conformidade das informações dos produtos contidas no cadastro centralizado de GTIN dos campos previstos em nota técnica vigente, as NF-e e NFCe poderão ser rejeitadas.

 

Fico com alguma dúvida sobre o GTIN  – Entre em contato conosco que podemos te ajudar.

Tudo o que você precisa saber sobre a NFC-e

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Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) é um documento digital que está substituindo o tradicional cupom fiscal, emitido por ECF. Essa nota é destinada a vendas presenciais ou de entrega a domicílio para o consumidor final.

  • Com a NFCe desaparece a redução Z diária ?

Sim. Se o contribuinte emitir NFC-e e não utilizar ECF, não terá que cumprir as obrigações acessórias existentes para o ECF como a redução Z, leitura X, mapa resumo de caixa, atestado de intervenção, lacres e guarda de memória fiscal.

  • Em quais tipos de operações a NFC-e pode ser utilizada ?

Somente em venda (presencial ou para entrega em domicílio) destinada a consumidor final pessoa física ou jurídica, com valor da operação inferior a duzentos mil reais. Nas demais operações, o contribuinte deverá utilizar a nota fiscal eletrônica modelo 55 (NF-e).

  • Quais são os requisitos necessários para a emissão da NFC-e ?1

-> Possuir certificado digital no padrão ICP-Brasil, contendo o CNPJ da empresa;

-> Desenvolver ou adquirir um software emissor de NFC-e;

-> Solicitar a SEFAZ o credenciamento para emissão do documento.

 

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Em caso de problemas técnicos ou operacionais, o contribuinte poderá utilizar a contingência off-line que consiste na emissão da NFC-e sem a prévia autorização do Fisco, devendo, nesse caso, ser transmitida à SEFAZ até o primeiro dia útil subsequente contado da data de emissão (RIMCS-ES, Art. 543-Z-Z-K).

  • Considerando que devo transmitir as NFC-e emitidas em contingência off-line até o primeiro dia útil subsequente a emissão, como devo proceder se o problema técnico continuar e perder o prazo de envio?

O sistema de autorização de NFC-e não bloqueia a recepção de NFC-e emitida em contingência há mais de um dia útil subsequente contato a partir de sua emissão. No entanto, o contribuinte poderá ficar sujeito a aplicação de penalidade pelo envio em atraso, além de poder enfrentar denúncias de clientes que identifiquem o não envio da NFC-e ao fisco após a data limite, através de consulta do DANFE NFC-e no site da SEFAZ.

  • Qual a multa por deixar de transmitir à Sefaz documentos fiscais eletrônicos gerados em contingência?

A multa por deixar de transmitir documentos gerados em contingência à Sefaz, no prazo e nas condições previstas na legislação, é de  de 5% (cinco por cento) do valor da operação ou prestação, nunca inferior a 50 (cinquenta) ou superior a 500 (quinhentos) VRTEs por documento.

 

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Após decorrido o prazo de 24 horas da autorização para cancelamento da NFC-e, o contribuinte poderá emitir uma NF-e de estorno, REFERENCIANDO A NFC-e, da forma indicada no link .

  •  Em que condições posso cancelar uma NFC-e?

Somente poderá ser cancelada a NFC-e previamente autorizada e desde que ainda não tenha ocorrido a saída da mercadoria do estabelecimento. O prazo máximo para cancelamento de uma NFC-e é de até 24 horas, após a concessão da autorização de uso (RICMS-ES, Art. 543-Z-Z-N).

  •  VALOR INCORRETO – Como fazer a correção de uma NFC-e emitida com valor incorreto?

Constatada a emissão de NFC-e com valor incorreto, posteriormente à circulação da mercadoria ou prestação de serviço, o contribuinte deverá emitir NF-e, modelo 55, com a finalidade de ajuste para regularização dos lançamentos.

  • Pode ser emitida uma NFC-e de estorno para cancelamento após 24 horas da autorização?

Não, mas se não houve a circulação da mercadoria, o contribuinte poderá emitir uma NF-e modelo 55 com finalidade de ajuste, referenciando a NFC-e que se deseja estornar.Mais informações sobre a NF-e de estono no link.

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O pedido da inutilização de número de NFC-e tem a finalidade de permitir que o emissor comunique à SEFAZ, até o décimo dia do mês subsequente, os números de NFC-e que não serão utilizados em razão de ter ocorrido uma quebra de sequência da numeração da NFC-e.

A inutilização de número só é possível caso a numeração ainda não tenha sido utilizada em nenhuma NFC-e (autorizada, cancelada ou denegada).

  • Qual o prazo para inutilizar uma NFC-e e qual a multa pelo descumprimento?

Pelo art. 543-Z-Z-O/RICMS, ocorrendo salto de sequência, o contribuinte deverá solicitar inutilização dos números de NFC-e saltados até o décimo dia do mês subsequente.   Após esse prazo, além de efetuar a inutilização, deve-se pagar multa no valor de 10 VRTEs por número, limitada a 1000 VRTEs por quebra de sequência de numeração (art. 75-A, parágrafo 3º, VIII, d, 1 combinado com o artigo 77-A, inc. II, b da Lei 7000/2001).

 

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  • Posso utilizar a carta de correção eletrônica (CC-e) para NFC-e?

Não. A carta de correção eletrônica é utilizada exclusivamente para correções de NF-e modelo 55.

  • É possível emitir uma NFC-e complementar?

Não. O contribuinte poderá emitir uma NF-e complementar, referenciando a NFC-e emitida anteriormente com erros especificados no art. 542/RICMS:
I – no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o IPI ou o ICMS devam incidir sobre o todo;
II – no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias;
III – na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a nota fiscal originária;
IV – para lançamento do imposto não recolhido na época própria, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos impostos em que tenha sido emitida a nota fiscal originária;
V – no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos; e
VI – na saída das mercadorias constantes do estoque final do estabelecimento na data do encerramento de suas atividades.

  • No Espírito Santo é permitida a emissão da NF-e com CFOP 5929 para acobertar vendas feitas com NFC-e?

Sim, poderá ser emitida a NF-e modelo 55 com CFOP 5929 referenciando-se todas as NFC- lançadas anteriormente nas vendas a consumidor final.


Fonte: http://internet.sefaz.es.gov.br/faleconosco/index.php

Postergada validação do GTIN (código de barras)

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A nota técnica 2017.001 versão 1.30 divulgada pela SEFAZ no dia 25 de junho de 2018 traz importante novidade sobre a validação do GTIN na nota fiscal eletrônica 4.0. A validação dos campos cEAN e cEANTrib foram marcadas como implementação futura.

Com os novos prazos o ambiente de homologação começara a validação a partir de setembro e de acordo com o CNAEs e NCMs indicados conforme tabela abaixo.

TABELA

Outra novidade é que a nota técnica 2017.001/1.30 indica que a SEFAZ irá validar já no início de agosto em ambiente de homologação se os campos de código de barra não forem preenchidos gerando os seguintes erros:

A mesma norma traz a exclusão da rejeição que ocorria quando era informado no campo cEANTrib um GTIN-14 (código de barras com 14 dígitos) e existia um código menor com 8, 12 ou 13 dígitos que representava uma menor unidade de medida.

Todas as demais regras de validação constam como implementação futura no ambiente de produção não tendo uma data definida para início de vigência:

  • Rejeição 890: GTIN inexistente no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) [nItem:999]
  • Rejeição 891: GTIN incompatível com a NCM [nItem:999; NCM esperada: 99999999]
  • Rejeição 892: GTIN incompatível com CEST [nItem:999; CEST esperado: 9999999]
  • Rejeição 893: GTIN da unidade tributável diverge do GTIN Contido cadastrado no CCG [nItem:999; GTIN Contido esperado: 99999999999999]
  • Rejeição 894: GTIN da unidade tributável inexistente no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) [nItem:999]
  • Rejeição 895: GTIN da unidade tributável incompatível com a NCM [nItem:999; NCM esperada: 99999999]
  • Rejeição 896: GTIN da unidade tributável incompatível com CEST [nItem:999; CEST esperado: 9999999]

Nota fiscal eletrônica – 5 erros que podem custar caro !!!

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As notas fiscais eletrônicas mudaram o conceito que conhecíamos sobre documentos fiscais, substituindo o papel por um documento eletrônico armazenado digitalmente com a finalidade de oficializar uma operação de venda e circulação de mercadorias ou serviços.

Mas quais as outras utilidades da NFe

Muitos de nós acreditamos que a NFe é penas mais uma exigência burocrática que temos que enfrentar no dia a dia da empresa, e desconhecemos o real potencial de fornecer informações importantes para tomada de decisões, informações que seriam muito difíceis e onerosas de conseguir se ainda utilizássemos o papel.

Abaixo listamos os maiores e mais perigosos erros cometidos na gestão das NFes e sugestões de como evitá-los.

1- Não armazenar XMLs de documentos fiscais.

Quando alguma transação comercial de compra ou venda acontece, as partes envolvidas dificilmente esperam que essa relação irá terminar em problemas e dores de cabeça para um dos lados. Por esse motivo, é raro encontrar clientes ou empresas que guardam todas suas notas fiscais.

Quando a sua empresa é quem vende, não armazenar as notas fiscais da forma correta se torna ainda mais grave! Afinal, segundo a legislação brasileira, a nota fiscal deve ser armazenada por 5 anos, que é o momento em que a dívida prescreve e empresas e o Governo já não podem cobrar dívidas atrasadas.

Além disso, não armazenar notas fiscais pode acarretar em multas pesadas que podem passar de R$1.000,00 por documento perdido ou XML de Nota Fiscal não apresentado em uma fiscalização.

2- Pensar que a DANFe ou o papel impresso é a Nota Fiscal

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Uma confusão muito comum! O papel impresso é uma versão simplificada da NFe, chamada de DANFe (Documento Auxiliar de Nota Fiscal eletrônica), que tem informações resumidas dos dados presentes na nota. Ele não é uma nota e não possui validade jurídica.

A Nota Fiscal eletrônica é um arquivo digital com extensão XML, que foi assinado digitalmente e autorizado pelas Secretarias estaduais de Fazenda. Porém, o DANFe é importante pois desempenha a função de representar a nota fiscal em caso de contingência, provar o valor dos produtos em caso de acionamento do seguro e comprova a origem de produtos durante uma fiscalização do transporte

 

3- Não arquivar os documentos de forma organizada e segura

Imagine que você guarde todos os arquivos de NFes em uma pasta no seu computador. Agora, como você faria para encontrar uma nota recebida de um fornecedor em maio de 2014? Se você tiver organizado as informações em pastas, por data, nome, fica mais fácil, mas se o seu computador queimar, ou seu disco travar, você terá um enorme “abacaxi” nas mãos.

4- Depender do fornecedor para receber a nota fiscal anexada por e-mail

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Depender exclusivamente do fornecedor para receber o XML é uma má ideia. Pois, por exemplo, caixas de e-mail lotam com frequência, o emissor se esquece de enviar o documento e, não raro, esse arquivo pode nem ter sido enviado. Em suma, a empresa não recebe a nota e perde um documento fiscal importante.

Sem contar que o tempo que a sua equipe perde consultando notas manualmente é enorme. Se forem emitidas 100 notas por mês, que equivalem à 40 horas mensais dedicadas apenas às consultas de Notas Fiscais. Considerando o SLT base de R$ 3 mil, são ao menos R$ 750 do salário daquele contador aplicados apenas na consulta manual das notas. O dinheiro pago não é usado numa operação mais complexa do profissional. Então pare de perder tempo consultando Notas Fiscais, automatize seu processo.

 

5- Não verificar a validade jurídica dos XMLs que você recebe e guarda

Uma NFe possui dois “carimbos” de segurança: a Assinatura Digital, que é carimbada no momento da emissão e certifica a identidade do emissor da nota; e o Protocolo de Autorização, que garante que a emissão da nota foi autorizada junto à Secretaria da Fazenda. Somente checando essas informações é que você consegue garantir que aquela nota é verdadeira.

A principal função do DANFe é facilitar a consulta da validade da NFe e a existência de possíveis cartas de correções, junto à Secretaria da Fazenda (Sefaz).

 

6- (Bônus)Mas como a maioria das empresas já trabalham com sua equipe no limite por conta de custos como assimilar mais esta tarefa?

Aqui nós podemos te ajudar, o UniPlus possui uma ferramenta chamada radar de XML que monitora e baixa as notas fiscais emitidas contra o seu CNPJ direto do servidor da SEFAZ arquivando-as automaticamente e de forma organizada em disco, com ele você pode ter todas as suas notas fiscais antes mesmo do produto chegar.

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Tudo o que você precisa saber sobre a NF-e

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INUTILIZAÇÃO

Você pode fazer a inutilização quando a ordem de numeração fiscal for quebrada por motivos técnicos ou fiscais. Você deve comunicar a Secretaria de Fazenda até o décimo dia do mês subsequente, ou seja, se você estiver no mês de novembro, tem até o dia 10 de dezembro do mesmo ano para que seja requerida a inutilização. É necessário informar quais números de NF-e não serão utilizados em razão de ter ocorrido um quebra de sequência da numeração.

É importante lembrar que a inutilização de número só é possível caso a numeração ainda não tenha sido utilizada em nenhuma NF-e, seja ela autorizada, cancelada ou denegada.

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O cancelamento da NF-e pode ocorrer por erro de digitação, erro de cálculos fiscais, desistência por parte do cliente, entre outros motivos. Ele pode ser efetuado no prazo máximo de 24 horas desde o momento da autorização da nota, caso a mercadoria ainda não tenha sido transportada.

Um outro impedimento para que o cancelamento ocorra é a ciência por parte do destinatário. Vamos supor que você emita a NF-e e a envie para o seu cliente por e-mail. Caso ele efetue o processo de ciência,  mesmo que a mercadoria ainda não tenha saído do seu estabelecimento, você não conseguirá mais cancelá-la.

CANCELAMENTO APOS

icon2Cada estado possui autonomia para prorrogar o prazo de cancelamento. Então, alguns estados, como São Paulo, permitem o cancelamento da NF-e após o prazo regulamentar de 24h. Mas, para isso é essencial esta ligado na legislação vigente.

Em São Paulo, por exemplo, o cancelamento fora do prazo regulamentar pode ocorrer em até 480 horas. Porém, a empresa fica sujeita, em casos de fiscalização, à penalidades previstas, como multa no valor de 1% do valor da operação, mas nunca inferior a 6 UFESPs, por documento.

A UFESP, ou Unidade Fiscal do Estado de São Paulo, no inicio de 2018 estava valendo R$ 25,70. Isso quer dizer que caso você cancele uma NF-e fora do prazo regulamentado, de 24h, está sujeito a uma multa mínima de R$ 154,20.

Melhor não correr o risco, certo?!

ESTORNO

O estorno pode, e deve, ser feito quando sua NF-e já passou do prazo legal de cancelamento instituído pela Receita Federal, e se a mercadoria também não circulou.

Sua função é devolver a mercadoria para o estoque e o imposto que você destacou na emissão da nota. Também é necessário conter uma declaração anexa á nota de estorno explicando o ocorrido, com a assinatura do destinatário que não recebeu a mercadoria constante nessa NF-e.

DEVOLUÇÃO

A devolução pode ser realizada por diversos motivos entre a saída da mercadoria da sua empresa até a chegada no seu cliente. Por exemplo: atraso na entrega, desistência do cliente depois da emissão da nota (tendo passado também o prazo de cancelamento), falta de mercadorias, etc.

Você não precisa se preocupar com prazo para emitir uma devolução, esse procedimento pode ser feito a qualquer momento.

CCE

A Carta de Correção Eletrônica, ou CC-e, é utilizada para regularização de erro ocorrido na emissão da NF-e, desde que o erro não esteja relacionado com:

  • O valor do imposto como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação;icon3
  • Correção de dados cadastrais que implique mudanças do remetente ou do destinatário;
  • Data de emissão ou de saída da mercadoria;
  • O prazo de transmissão da CC-e é de até 30 dias após a autorização da NF-e.

E aí você pode nos perguntar, quantas CC-e posso emitir para a mesma NF-e ? A resposta é 19.

Você pode emitir até 19 CC-e para uma mesma nota fiscal, sendo que a última emitida substitui a anterior, então é preciso ficar atento nos dados inseridos na última carta, para não deixar nada de fora da correção.

COMPLEMENTAR

A NF-e complementar, como o próprio nome sugere, serve para complementar algumas informações da NF-e, como por exemplo: complemento do valor do ICMS, quantidade, entre outras informações.

A ideia é que a NF-e normal + NF-e complementar seja = a operação final da nota.

Simples nacional – Você pode estar jogando dinheiro fora!!!

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É isso mesmo, você não entendeu errado! Se você possui uma empresa enquadrada no regime de apuração tributário federal do Simples Nacional e não está administrando corretamente os parâmetros tributários PIS/COFINS de seus itens vendidos, é possível que esteja pagando muito mais imposto do que deveria.

O que mais ouvimos de empresas tributadas por esse regime é: – “A classificação tributaria de PIS/COFINS de minha empresa não interessa, o que importa é o ICMS!”. Acredite em nós! Mora muita economia ao fazer com cuidado todo esse processo.

Podemos ajudar você e sua equipe a se prevenirem contra pagamentos indevidos na hora da apuração dos seus tributos. É por isso que estamos aqui, para te passar todas as informações necessárias para uma correta classificação do PIS/COFINS e com isso evitar pagamentos indevidos de impostos.

 

A importância da classificação PIS/COFINS em seu cadastro de itens

Alguns segmentos de atividade econômica possuem um mix maior de produtos que se encaixam em uma determinada tributação, é o caso, por exemplo, de empresas voltadas à comercialização de medicamentos (farmácias), combustíveis (postos de combustíveis), veículos (autopeças), máquinas e bebidas.

Para nós o que interessa e a concentração de itens com a classificação Monofásica, quanto mais itens houverem no seu cadastro com esta classificação, maior será a economia de impostos proporcionada e vamos explicar porquê.

As classificações PIS/COFINS para cada item

Quando lidamos com operações comerciais PIS/COFINS, os produtos e serviços podem ser classificados nas seguintes categorias:

  • Tributados “Normal”;
  • Monofásicos;
  • Substituição Tributária;
  • Alíquota Zero;
  • Isenção;
  • Não Incidência;
  • Suspensão;

Empresas no Simples Nacional podem classificar suas operações comerciais item a item conforme as opções acima. Contudo, vale destacar que aqui nosso foco será a monofásica.

 

Composição da alíquota do simples nacional

Abaixo mostramos como é composta a alíquota do simples

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Note que a alíquota do simples nacional é composta por várias outras sub alíquotas entre elas as alíquotas do PIS e do COFINS.

Vamos pegar como exemplo uma empresa que pague uma alíquota total de 7,3%. Podemos ver pela tabela que desta alíquota 0,93% se refere ao COFINS e 0,20% se refere ao PIS totalizando um percentual total de 1,13% , assim sobre a receita normal teríamos aplicado uma alíquota de 7,3% e sobre a receita monofásica teríamos uma alíquota de 6,17%.

Vamos pegar como exemplo uma empresa que esteja na faixa de faturamento de até 360 mil e que no mês tenha faturado 30 mil reais e que destes, 20 mil sejam de produtos monofásicos.

Faturamento total ………30.000,00

Monofásicos……………….20.000,00

Outros……………………….10.000,00

Neste caso sobre os 10 mil não monofásicos seria aplicada a alíquota de 7,3% e sobre os 20 mil monofásicos seria aplicada a alíquota de 6,17%.

 O que é preciso fazer para segregar as receitas monofásicas?

Cabe à empresa e/ou seu contador identificar quais receitas estão na condição de tributação monofásica e com ajuda do suporte de sua ferramenta de gestão fiscal fazer a correta classificação no cadastro de itens de venda para uma posterior apuração.

Economia de PIS/COFINS em empresas Simples Nacional

Se você chegou até aqui, já entendeu a importância de classificar corretamente os produtos, uma vez que isso influencia diretamente em economia no processo de apuração. Mas quero chamar a sua atenção para o seguinte: manter um controle do cadastro de itens rigoroso faz toda a diferença! Sem título-2

Quando a empresa faz o correto gerenciamento do cadastro de itens desde a entrada do mesmo, consequentemente será mais fácil obter relatórios gerenciais que indiquem os montantes exatos a serem segregados em relação a apuração do PIS e COFINS. Entretanto, além de verificar se o produto veio do fornecedor com a classificação correta, a manutenção dos cadastros atualizados é fundamental para prevenir a defasagem dessas informações, em razão das constantes modificações na legislação nacional.

Este processo de atualização e manutenção das classificações fiscais podem ser feitas de forma manual no seu cadastro de itens, porém é um trabalho bem árduo e demorado. Existem porém, sistemas de gestão que são capazes de fazer e manter estas classificações fiscais de forma automatizada, economizando muito tempo do empresário e de sua equipe, evitando possível defasagem nos cadastros.

Se prepare!!! Nova obrigatoriedade para transmissão de Notas Fiscais Eletrônicas.

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  • A Confaz publicou recentemente nova data de obrigatoriedade para o preenchimento do GTIN (código de barras) nas notas fiscais eletrônicas.
  • Embora a obrigatoriedade de preenchimento do GTIN tenha sido implementada desde 1º de julho de 2011 muitas empresas não informam estes dados devido à falta de validação específica, e acabam descumprindo a obrigatoriedade prevista na legislação.
  • Porém agora a Confaz estabeleceu a data de início do processo de validação que terá o seguinte cronograma.

 

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A obrigatoriedade da validação começa em janeiro de 2018 e termina em dezembro do mesmo ano. Empresas que não se adequarem até as datas previstas poderão ter suas notas rejeitadas pelos seguintes motivos:

O que fazer para evitar rejeição em suas notas fiscais eletrônicas.

É fundamental uma análise minuciosa do cadastro de produtos que são comercializados através do código barras no formato GTIN, verificando a correta identificação do produto com o código padrão utilizado.

A revisão é fundamental para cumprir a exigência do fisco e para assegurar aos contribuintes a segurança necessária de que a emissão do documento fiscal (NF-e e NFC-e) ocorra regularmente sem rejeição, o que poderia impossibilitar a validação do documento.

Assim, para a validação dos campos específicos pelo Estado autorizador da NF-e é preciso que os estabelecimentos parametrizem os sistemas de imediato, com intuito de verificar o comportamento dos cadastros com o leiaute da NF-e e assegurar que os dados sejam preenchidos corretamente conforme o produto.